Prefeitura é acusada de SUPERFATURAR os tablets dos ACS

Jornal dos Agentes de Saúde: ACS e ACE
Publicado em: 8 de março de 2018 - Visto 1334 Vezes.

Prefeitura é acusada de SUPERFATURAR os tablets dos ACS

  • #SHARE / COMPARTILHE:
  • Compartilhe no Whatsapp
  • Compartilhe no facebook
  • Compartilhe no Twitter
  • Compartilhe no PINTEREST
READ IN:
  • PortuguêsPortuguês
  • EnglishEnglish
  • Matérias divulgadas pelos principais sites de notícias do brasil, denunciam que a Saúde de Marília pagou 71% a mais por tablet.
    De acordo com a denúncia, que foi publicada no site estadão, a Pasta da Educação teria comprado os tablets por R$ 679,33,  enquanto a Secretaria de Saúde do município teria pago R$ 2.350,00  por equipamento.
    Fazendo uma conta simples: R$ 2.350,00 – R$ 679,33, a secretaria de Saúde teria pago R$1.670,33 à mais em cada tablet.
    A Polícia Federal e Procuradoria da República então, deflagraram a Operação Reboot,  e identificou que a Secretaria de Saúde de Marília (SP) pagou 71,1% a mais por tablets do que a Pasta municipal da Educação. A Reboot investiga fraudes em licitação para a compra de 450 microcomputadores portáteis pela Saúde de Marília.
    Ainda de acordo com a matéria do Estadão, as investigações começaram após denúncia da ONG Marília Transparente (Matra), que apontava indícios de irregularidades no pregão. Na região, o caso ficou conhecido como o “escândalo dos tablets”.
     
    Para a compra foram usados recursos provenientes do Ministério da Saúde, ao todo R$ 1.057 milhão, segundo a Procuradoria da República.
     
    Na licitação da Secretaria de Saúde cada tablet custou R$ 2,35 mil. Pelos 450 equipamentos, a Prefeitura pagou R$ 1,057 milhão à empresa Kao.
    Pouco tempo depois, afirma o Ministério Público Federal, o município pagou R$ 679,33 por tablet em licitação da Secretaria da Educação de Marília, que solicitou as mesmas especificações técnicas, garantia e suporte por parte da empresa fornecedora. O valor unitário da licitação na Educação foi 71,10% menor que o valor pago pela Saúde Municipal.
     
    A investigação tramita em caráter sigiloso, conforme determina art. 58, §1º, na Lei Complementar n.º 680/13 e vem de encontro à investigação do Ministério Público Federal que visa apuração no mesmo sentido.
    Fonte: Estadão http://politica.estadao.com.br

    Sobre o autor:

    Esse post foi publicado em 8 de março de 2018 por Alexandre Santos.
    Blogueiro desde 2009 - Programador - Amante da tecnologia e internet.
    Tags: ,
    #SHARE / COMPARTILHE:

    0 0 votes
    Article Rating
    Subscribe
    Notify of
    guest
    0 Comentários
    Inline Feedbacks
    View all comments